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DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL ELÉTRICO

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DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL ELÉTRICO

Reportagem sobre a distribuição de material elétrico no país

O atrelamento da economia brasileira às ações do governo no campo econômico é suficiente para impactar o desempenho das empresas, conforme observa Gerson Ricardo Salles, membro do Conselho do Colegiado da Abreme (Associação Brasileira dos Revendedores e Distribuidores de Materiais Elétricos). De acordo com ele, tendo experimentado um primeiro semestre de 2019 de certo modo ainda sob clima de instabilidade econômica e de insegurança, em relação ao comportamento do mercado ao longo do ano, grande parte das empresas adiou investimentos e permaneceu em estado de retração ou estagnação, à espera de momentos mais oportunos. “Muitas adiaram ou não tiveram intenção de investir. Algumas postergaram os investimentos para o final de 2019 ou início de 2020”, destaca o dirigente. Apesar dos percalços do caminho, Salles entende que o ambiente de negócios ficou mais positivo e esperançoso. “O ano começou com expectativas que não se confirmaram de imediato, o que, por vezes, gerou um movimento senoidal (de altos e baixos), mas, ao final, favoreceu um crescimento superior ao esperado, no final do primeiro semestre”, relata. Para o diretor da Abreme, alguns aspectos permitiram criar expectativas positivas para o final de 2019 e início de 2020: “Com a aprovação da reforma da Previdência, a redução histórica da Selic (taxa básica de juros) e outros movimentos da equipe econômica do governo, que dão um tom mais liberal, em relação aos modelos econômicos anteriores, os fundamentos econômicos começaram a se restabelecer e a viabilizar movimentos positivos na economia, de modo que já se observava, especialmente ao final do terceiro trimestre, um ambiente mais propício, o qual redundou, inclusive, em leve melhoria do PIB (Produto Interno Bruto)”. Mesmo diante de um cenário relativamente instável, Salles revela que a maioria das empresas associadas à Abreme deve apresentar crescimento real de vendas em 2019, mantendo o nível de emprego e, em muitos casos, fazendo novas contratações. “Com o aumento expressivo do dólar, cada vez mais os produtos fabricados no Brasil estão ganhando maior espaço no setor e gerando maiores oportunidades para a indústria brasileira, tanto para exportações quanto para competição no mercado interno”, analisa. No entendimento do dirigente, o ambiente parece oportunizar um quadro positivo de crescimento em áreas que se abastecem diretamente nas empresas do setor, especialmente aquelas ligadas à construção civil e infraestrutura. Com base em todas essas variantes, Salles diz que as perspectivas do segmento de distribuição e revenda de material elétrico para 2020 são as melhores dos últimos cinco anos.

“A expectativa é de que, com a melhora do PIB, retomada da indústria brasileira e dos investimentos no setor imobiliário, investimentos em geração de energias limpas – principalmente a fotovoltaica -, e investimentos em infraestrutura no Brasil, possamos ter muitas oportunidades de negócios para os revendedores de materiais elétricos”, vislumbra. O executivo comenta que em um evento da Abreme, envolvendo associados da entidade e fornecedores do setor, foi feita uma pesquisa com os presentes sobre as perspectivas de crescimento. A grande maioria das empresas, segundo o dirigente, disse que espera crescer acima de 10% no ano de 2020 e manter o nível de emprego – o que implicaria no aumento da produtividade. A propósito, além de cuidar atentamente dos negócios no dia a dia, os revendedores e distribuidores de materiais elétricos procuraram se preparar da melhor forma possível para enfrentar os próximos desafios que tendem a surgir no mercado. “Embora os indicadores econômicos não estimulassem o investimento no crescimento, as empresas associadas à Abreme envidaram esforços em projetos de crescimento e de tecnologia, com impacto nas áreas comercial e de logística, para melhor se prepararem diante do crescimento que se espera que se concretize em 2020”, informa Salles. Para o executivo, os desafios dos revendedores e distribuidores estão voltados para o melhor aproveitamento dos recursos e das capacidades internas, ao aproveitamento das oportunidades nas áreas mais promissoras com o emprego de tecnologia adequada, profissionais preparados e estrutura robusta. Em suma, é preciso atenção aos fundamentos e o equilíbrio dos investimentos para atingir a melhor performance. “Para aquelas empresas que ainda não estão preparadas para o crescimento esperado em 2020, estas deveriam organizar-se investindo em seus modelos de negócios e em novas tecnologias, métodos, processos e recursos, principalmente os digitais – incluindo recursos humanos – a fim de obterem vantagem competitiva”, recomenda Salles.

Fonte: Reportagem apresentada na Revista Potência -Edição 168


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